Pedalando pelo GR28

A serra a arder perto do Merujal, 07 de Agosto de 2010.

Serra do Gerês

Caminhando entre Garranos, de 07 a 08 de Maio de 2005.

Serra de São Macário

Escalada na Pena, 15 de Setembro de 2013.

Serra da Estrela

I Travessia em autonomia total - Guarda - Loriga, de 12 a 16 de Abril de 2004.

Linha do Dão - Ponte de Nagoselas

Travessia BTT pelas Linhas do Dão e Vouga, de 09 a 11 de Abril de 2009.

Caminhos de Santiago

Travessia do Rio Lires no Caminho de Finisterra, de 29 a 31 de Julho de 2010.

Serra de Montemuro

Nas Minas de Moimenta, 29 de Janeiro de 2011.

Linha do Corgo - Ponte do Tanha

Travessia da Linha do Corgo, de 06 a 10 de Outubro de 2013.

Serra do Caramulo

Nas neves do Caramulo com vista para a Serra da Estrela, 04 de Dezembro de 2010.

Aldeias Históricas

De BTT em autonomia total pelo GR22, de 28 de Abril a 01 de Maio de 2006.

Aldeias Históricas de Portugal - Castelo Novo...

16/02/2017

Aldeias Históricas - Castelo Novo (Novo Formato)...




Posicionada na meia encosta leste da Serra da Gardunha entre o Fundão e Castelo Branco, Castelo Novo é uma aldeia histórica situada a 703 metros de altitude, próxima das ribeiras de Alpreada e Gualdim, e que conta com uma população de cerca de 406 habitantes (2011).

A sede do concelho é a cidade do Fundão, da qual dista, aproximadamente, 15 km. A cerca de 35 km de distância de Castelo Novo situa-se a capital distrital, Castelo Branco.

A Sul, esta aldeia faz fronteira com a Soalheira, a Norte com Alpedrinha e Alcongosta, a Oeste com o Souto da Casa e a Leste com a Póvoa da Atalaia e Atalaia do Campo, ocupando uma área de 41 km².

Nascem nesta povoação, a Oeste, na vertente da serra da Gardunha, as “Águas do Alardo”. No início do século esta nascente teve uma importante actividade termal que, contudo, acabou por perder. Actualmente, a água é comercializada sob a forma de água de mesa engarrafada.

O Programa das Aldeias Históricas de Portugal veio dinamizar o interior da Região Centro, centrando a promoção dos meios genuínos e diferenciados na sua escolha das Aldeias eleitas.

Castelo Novo revela distintos recursos históricos, culturais e património de nobre grandeza, atributos que a levaram a ser considerada, em 1991, uma das Aldeias Históricas de Portugal.

12/02/2017

Aldeias Históricas - Castelo Mendo (Novo Formato)...


Castelo Mendo é um antigo povoado medieval, fortificado, muralhado e actualmente bem preservado.

Edificada a 762 metros de altitude no alto de um monte rochoso, esta aldeia histórica encontra-se a cerca de 20 quilómetros de Almeida, na ala Sudoeste do concelho.

Castelo Mendo é uma das 24 freguesias que compõem o concelho de Almeida.
Com apenas 87 habitantes (2011) e bastante envelhecida, dedica-se principalmente à agricultura de subsistência, actividade que é complementada com a fraca pastorícia.

É possuidora de um grande valor histórico, estando envolvida por muralhas medievais que serviam de complemento à defesa natural que a envolve. Fazem dela parte vários edifícios que tiveram funções religiosas, militares e administrativas.

Castelo Mendo tem vindo a sofrer acções integradas num programa de intervenção que visa a recuperação desta Aldeia medieval. Todas as fachadas e telhados das habitações têm sido recuperados, numa acção conjugada da autarquia e dos proprietários dos edifícios.


05/02/2017

Aldeias Históricas - Belmonte (Novo Formato)...


Belmonte é uma vila histórica, com paisagens e recantos de rara beleza, associados ao património monumental e cultural e a um bucolismo relaxante.

O concelho de Belmonte, cuja área total é de 133,24 quilómetros, situa-se na província da Beira Baixa, no extremo norte do distrito de Castelo Branco.

Está integrado na Região de Turismo da Serra da Estrela e pertence à Comarca da Covilhã e ao Bispado da Guarda.

Trata-se de um concelho constituído por cinco freguesias: Belmonte, Caria, Colmeal da Torre, Inguias e Maçaínhas, e pelas localidades de Gaia, Carvalhal Formoso, Malpique, Monte do Bispo, Olas, Trigais, Belmonte Gare, Quinta Cimeira e Quinta do Meio.

O rio Zêzere, as ribeiras de Caria e a das Inguias banham as terras do concelho facilitando a agricultura e a pastorícia.

Na agricultura destacam-se a produção de fruta, cereais, azeite e vinho, na pastorícia, observa-se, sobretudo, a criação de gado ovino e caprino, importante para a produção de queijo, leite, peles e lã.

A indústria de confecções tem um peso dominante sobre a economia do concelho, concomitantemente com outras pequenas indústrias como sejam: a metalurgia, a construção civil e a alimentar.

O comércio, sobretudo tradicional, é também uma actividade económica visível no concelho.

Quanto à religião, encontra-se integrada na Diocese da Guarda, tendo uma comunidade Judaica que possui Sinagoga e cemitério próprio.



31/01/2017

Aldeias Históricas - Almeida (Novo Formato)


Iniciamos hoje a publicação das páginas em novo formato relacionadas com o tema "Aldeias Históricas de Portugal".

Almeida é a nossa primeira página a publicar e conta agora com o apoio do blog "A Terceira Dimensão - Fotografia Aérea" que nos cede algumas fotografias aéreas desta e das restantes Aldeias Históricas. Agradecemos ao seu editor.

ALMEIDA:

Privilegiada estrela de fronteira que transcende divisões territoriais, Almeida é uma das mais belas cidades abaluartadas de toda a Península Ibérica.

Dominada por fortalezas, planaltos e vastas paisagens, é uma vila portuguesa pertencente ao distrito da Guarda, região Centro e sub-região da Beira Interior Norte. Este município é limitado a Norte pelo município de Figueira de Castelo Rodrigo, a Leste pela Espanha, a Sul pelo Sabugal e a Oeste pela Guarda e por Pinhel.

Sobre a vertente do rio Côa, que corre de sul para norte (de Sabugal a Foz Côa), desaguando no rio Douro, é sede de um município com 520,55 km² de área, conta com uma população de 7228 habitantes (2011), estando subdividido em 29 freguesias e encontra-se aproximadamente a 760 metros de altitude.

Com a Reforma de Mouzinho da Silveira, de 24 de Outubro de 1855, são extintos os Concelhos de Castelo Mendo e Castelo Bom, os quais passaram a fazer parte integrante do Concelho de Almeida.

Através do Decreto de 7 Dezembro de 1870 recebeu 12 freguesias do concelho do Sabugal e a 1 de Março de 1883 recebeu mais duas. A 12 de Julho de 1895 são retiradas mais quatros freguesias ao concelho de Sabugal. Mas o concelho de Almeida também perdeu as localidades de Cinco Vilas e Reigada, pertencendo actualmente ao concelho de Figueira de Castelo Rodrigo.

21/01/2017

PR10 - Percurso da Nossa Senhora das Colmeias (São Pedro do Sul)




Percurso inaugurado há poucos meses acabou por despertar a nossa curiosidade, levando-me a mim, ao DJ e ao Cardoso a ir conhecê-lo, no passado fim-de-semana.

Antes de iniciarmos a actividade parámos em Cobertinha para o cafezinho matinal onde a proprietária nos colocou ao corrente da situação da aldeia. Igual a tantas outras povoações do interior de Portugal, apenas por lá habitam alguns seniores. Os filhos e netos tiveram que emigrar condenando estas terras ao abandono.
 
Um pouco à frente do café lá estava o parque desportivo com a placa indicativa do início do percurso.

Apesar do frio lá partimos seguindo as indicações, bem visíveis e com aspecto de novas, tudo muito bem marcado em pedras, em placas verticais de madeira ou mesmo nas árvores, predominantemente pinheiros.

A paisagem é bonita e o facto de o percurso estar bem marcado não nos causou qualquer problema até chegarmos à capelinha que dá o nome ao percurso. Nela tirámos uma foto de grupo.

Mais à frente e subindo um pouco, encontrámos o Penedo do Perigo, um enorme bloco de pedra associado a uma antiga lenda. A partir daqui deixámos de encontrar indicações do trajecto. Cremos que o facto de encontramos indícios de corte recente de várias árvores poderá ter sido a causa.

Depois de algum tempo de procura, avistámos um pequeno passadiço de madeira o qual associámos ao percurso e daí ao Miradouro dos Mouros, do qual se pode ter uma vista soberba sobre a paisagem circundante.

Retomado o caminho, novamente bem indicado, descemos até um riacho com umas poldras. A partir daí o percurso é um pouco aborrecido, por nos obrigar a dar voltas desnecessárias para passar em sítios onde na nossa opinião não justificam o esforço extra.

Já na parte final, resolvemos seguir por um atalho para  visitar apenas as pedras escritas evitando o que nos parecia mais um desvio escusado.

Infelizmente não encontrámos as tais "pedras escritas". Ao chegarmos à estrada, junto ao café, encontrámos o promotor do percurso a quem informámos da falta de sinalização entre o Penedo do Perigo e o Miradouro.

Com a informação da localização das tais "pedras escritas" fomos, de carro, ver as tais gravuras na pedra, que terão certamente a sua história, mas a qual desconhecemos.

A recuperação foi em Campia onde aproveitámos para combinar eventuais actividades também de bicicleta.

Francisco Soares


15/01/2017

Caminhos de Santiago - O Caminho Português...


As peregrinações portuguesas a Santiago de Compostela são conhecidas desde a Alta Idade Média e intensificaram-se a partir da independência do país, em meados do século XII. Desde então, o culto Jacobeu teve, em Portugal, uma projecção muito significativa.

Os cristãos portugueses iniciaram as suas incursões ao túmulo do Apóstolo São Tiago atraídos pela sacrilidade do lugar onde, segundo a tradição, estão sepultados os seus restos mortais, dirigindo-se a Compostela pelos mais variados motivos: pagamento de promessas, cumprimento de penitências ou por mera curiosidade.

Durante séculos os portugueses contribuíram para esta experiência colectiva com altos níveis de participação, tendo sido utilizado por gente simples e anónima mas igualmente por reis, nobres e altos clérigos.

A configuração do Caminho Português conta com uma dinâmica histórica de diversas naturezas: bosques, terras de cultivo, aldeias, vilas e cidades históricas, caminhos que atravessam cursos de água e por pontes, algumas de origem romana, de inequívoca construção medieval.

Faz igualmente uso de trajectos antigos que cruzam capelas, igrejas, conventos, alminhas e cruzeiros, onde não se prescinde a imagem de Santiago peregrino, acompanhando o romeiro e reconfortando-o no seu caminhar.

O Caminho Português mantém desde a Idade Média a herança de intercâmbio entre povos vizinhos que o caminho romano inaugurou na antiguidade, com a construção da Via XIX, no século I d.C., por Augusto, conhecida nas fontes clássicas como o chamado "Itinerário Antonino". Este testemunho tão antigo assegura a vitalidade desta via em datas tão longínquas.

Os vários caminhos que tinham origens em distintos pontos do país convergiam uns nos outros até se unirem em duas grandes rotas ao entrar na Galiza: pelo litoral a partir de Valença-Tui e pelo interior a partir de Chaves. O Caminho que parte de Chaves entronca em Verin no chamado Caminho do Sudeste ou Via da Prata.

A maior parte dos caminhos portugueses entroncam em Valença do Minho, onde se fazia (e se continua a fazer) a travessia da fronteira para Tui e daí estende-se por cerca de 110 quilómetros.

Do lado português, os percursos mais frequentados são a partir de Lisboa, do Santuário de Fátima, de Coimbra, do Porto, de Barcelos ou de Braga.

A única variante conhecida deste caminho tem o seu início junto à Torre dos Clérigos, no Porto, e segue por Braga até Ponte de Lima, localidade onde volta a integrar o Caminho Português.

O "nosso" Caminho Português tem, como ponto de partida, a cidade de São João da Madeira, atravessa a cidade do Porto, seguindo por Vila do Conde, Rates, Barcelos, Ponte de Lima e Valença. Em Espanha, entra na Galiza por Tui e segue com destino a Santiago de Compostela.

08/01/2017

Caminhos de Santiago - O Caminho de Finisterra...



Única rota Jacobeia com origem em Santiago de Compostela, tem a sua meta no Cabo Finisterra.

Tradicionalmente, as peregrinações Jacobeias terminam na cidade de Santiago de Compostela. No entanto, desde sempre que muitos peregrinos, tanto da Península Ibérica como do resto da Europa, decidem continuar a sua viagem até à zona mais ocidental da Galiza junto às águas bravas do Oceano Atlântico.

O Cabo Finisterra, situado a cerca de 100 km a Oeste de Santiago de Compostela, é considerado por muitos o verdadeiro fim do Caminho de Santiago, existindo muitos peregrinos que, após visitarem Santiago e a sua catedral, continuam a peregrinação até ao extremo do Cabo.

A Costa da Morte era para os antigos, e assim se manteve até ao final da Idade Média, o último reduto da terra conhecida, a ponta ocidental da Europa continental, o troço final de um itinerário marcado no céu pela Via Láctea, um espaço mítico-simbólico que tinha como extremo a ponta do Cabo Finisterra.

Por esses motivos, era um lugar carregado de crenças e rituais pagãos que, com os tempos, se foi cristianizando, situação já patente em meados do primeiro milénio.

A partir do século XII, o Códice Calixtino (conhecido em latim como Liber Sancti Jacobi ou Codex Calixtinus, um conjunto de textos com origem entre 1150 e 1160, do final do pontificado de Gelmires e apresentado como sendo da autoria do Papa Calisto II, considerado uma fonte fundamental da história da peregrinação ao túmulo do apóstolo) assinalava que os discípulos de Santiago tinham viajado a Dugium (actual Finisterra) à procura da autorização dos romanos para enterrarem o apóstolo onde hoje é Santiago de Compostela. Os discípulos foram mandados prender mas quando fugiam dos romanos e prestes a serem alcançados a ponte que acabavam de atravessar caiu quando a tropa romana a passava.

Mais recentemente, a tradição Jacobeia prende-se com duas devoções populares da Galiza: a do Santo Cristo de Finisterra que, de acordo com Molina (século XVI) "acode os mais romeiros que venhem ao Apóstolo", e a da Virxe da Barca de Muxía que, segundo a tradição, acudiu a este formoso lugar numa barca de pedra para animar Santiago na sua pregação.


01/01/2017

Caminhos de Santiago de Compostela: O Caminho Inglês...




Neste primeiro dia do ano de 2017 começamos a publicar as nossas páginas sobre os Caminhos de Santiago, em novo formato.

O Caminho Inglês, talvez o caminho mais pequeno em quilometragem, é o nosso primeiro Caminho a ser publicado.

As peregrinações a partir das Ilhas Britânicas e da Escandinávia em direcção a Santiago de Compostela tiveram início no século XII.

Partindo do Ferrol ou de A Coruña, Espanha, o Caminho Inglês extende-se aproximadamente, ao longo de 120 km. Este itinerário surgiu a partir dos peregrinos das Ilhas Britânicas que, devido à Guerra dos Cem Anos, não podiam atravessar a França com segurança, viajando de barco até à Galiza e daí a pé até Compostela.

Os primeiros itinerários marítimos conhecidos seguiam por mar até à Dinamarca de onde os peregrinos continuavam a pé até Rocesvalles (França), ou de barco até ao Norte da Península Ibérica.

O monge islandês Nicolás Bergsson descreveu a viagem desde a Islândia até Bergen (Noruega), Aalborg (Jutlândia), Viborg, passando pelo canal de Kiel (fronteira entre a Dinamarca e Alemanha), ficando conhecido como o primeiro itinerário marítimo do Caminho Inglês. Os islandeses e escandinavos que peregrinaram a Santiago seguiram esta rota marítima até à Dinamarca, continuando a pé até Roncesvalles ou de barco até ao Norte da Península Ibérica.

Existem inúmeros documentos e vestígios que atestam as peregrinações dos fiéis oriundos das terras do Norte e das Ilhas Britânicas.
Escandinavos, flamengos, ingleses, escoceses e irlandeses utilizaram com grande intensidade os caminhos do mar para chegar a Ribadeo, Viveiro, Ferrol ou A Coruña. Graças à localização privilegiada das duas últimas povoações costeiras, são os pontos de partida das duas alternativas do Caminho Inglês.

Reza a história que um dos episódios mais marcantes no Caminho Inglês foi a chegada de uma esquadra cruzada, em 1147, que rumava à Terra Santa, e que, na sua passagem por Portugal, participou na conquista de Lisboa, ajudando o rei de Portugal na luta contra os mouros. Antes do combate, os cruzados ingleses, alemães e flamengos visitaram o túmulo do apóstolo Santiago.

Durante a Guerra dos Cem Anos, travada entre a França e a Inglaterra ao longo de quase todo o século XIV e primeiro terço do século XV, os britânicos empregaram o barco como meio de transporte para se dirigirem a Santiago de Compostela. Fretavam as embarcações com a permissão da Coroa, partindo de Londres, Bristol, Southampton e Plymouth, regressando a Inglaterra com mercadorias carregadas na Galiza. São inúmeras as provas da presença destes peregrinos em Santiago, como comprovam as peças de cerâmica e numismática inglesas dos séculos XIV e XV encontradas nas escavações da Catedral.

A ruptura de Henrique VIII com a Igreja Católica causou o final da peregrinação inglesa.

A partir do século XIV, a Ordem de São Francisco abriu as suas casas em Pontedeume e Betanzos, sob os auspícios do nobre Fernán Pérez de Andrade, "O Boo".

24/12/2016

De Novo no GR28



No fim de semana passado, o Cardoso, o DJ e eu, decidimos recordar uma das etapa do GR28 que realizámos em 2014. 

A escolha recaiu sobre o troço entre Covelo do Paivô e Silveiras com retorno pelas Minas de Regoufe. 

Decidimos realizar esta etapa e não a que liga o Candal a Covelo de Paivô, com regresso ao Candal pelo Trilho dos Incas, por desconfiarmos que a passagem pelas poldras no Rio Paivô, nesta fase do ano, seja bastante complicada devido ao caudal e altura das águas do rio.

Como ajuda aproveitámos o 'track' que o DJ ainda tinha gravado no telemóvel e com algumas alterações, aqui e ali, fomos percorrendo o percurso com cerca de 14 km, duro quanto baste, pelas subidas longas e íngremes de grande parte do trajecto.

O tempo frio facilitou um pouco mas o percurso não deixou de ser exigente.

A parte mais desafiadora continuou a ser a descida pelo cascalho até às minas, onde as quedas  parecem sempre eminentes.

Depois foi percorrer aquele trilho que liga Regoufe a Covelo de Paivô, onde o lajeado do mesmo e a fantástica paisagem para as serras da Arada e da Freita o tornam magnífico.

Após concluirmos o percurso rumámos à inevitável povoação de Moldes para repor energias.

Este ano deve ter sido a última actividade do Espírito de Aventura, mas já estamos prontos para novas aventuras em 2017.

Francisco Soares


06/12/2016

Viseu - Rota do Dão...


No Domingo passado o DJ, o Cardoso, o Zé Figueiredo e eu (Francisco) partimos de Aveiro em direcção a Silgueiros, local de início do percurso identificado como PR 12 “Rota do Dão” de Viseu.

A ideia era conhecer novos trilhos, com paisagens e motivos de interesse diferentes daqueles a que estamos habituados.

Começámos na escola secundária de Silgueiros e, um pouco mais à frente, em Pindelo, uns habitantes locais ao verem-nos equipados para caminhar avisaram-nos que era dia de batida ao javali.

Continuámos e realmente, passado algum tempo, começamos a ouvir tiros, não muito longe. A mim e ao Cardoso fez-nos lembrar a travessia feita há alguns anos pela linha abandonada do Sabor. À data também nos aconteceu algo parecido mas com mais “emoção”. Na altura tivemos que caminhar, a descoberto, na direcção dos caçadores para sermos vistos, enquanto ouvíamos os batedores e as matilhas de cães que acossavam, do lado oposto, os javalis na nossa direcção.

Depois de passarmos a Quinta do Perdigão um letreiro, localizado numa bifurcação, indicava num dos  “caminho temporariamente indisponível”. No outro caminho lá estava o sinal vermelho/amarelo indicando o trilho certo.

Assim continuámos com a ideia de chegar ao Rio Dão, onde pelas descrições iríamos encontrar a aldeia medieval de Póvoa do Dão e bonitas paisagens. 

Verificámos contudo que nos estávamos a afastar do rio, pois já estávamos a subir embora continuássemos a respeitar a sinalização do percurso. 

Resolvemos não voltar atrás mas ficámos com a sensação que provavelmente o caminho correcto seria pelo trilho temporariamente indisponível. Talvez a batida ao javali fosse a causa da indisponibilidade.

Os caminhos são maioritariamente florestais ou de lavoura, sem grande dificuldade técnica ou grande exigência física. Completámos os cerca de 11 kms em 3 horas, incluindo diversas paragens.

Valeu pelo convívio e pelo almoço em Campia.

Francisco Soares



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01/12/2016

Serras de Portugal - A Serra do Buçaco (em novo formato)...


Serra do Buçaco ou Serra do Bussaco, ambas grafias adoptadas, em tempos também chamada Serra de Alcoba, é uma elevação de Portugal Continental, situada no concelho da Mealhada, a Norte do distrito de Coimbra.

Orienta-se de Noroeste para Sueste, desde a vila do Luso até à famosa Livraria do Mondego, em Penacova. Tem uma extensão de 10 quilómetros, atingindo os 549 metros de altitude máxima na zona do marco geodésico situado no seu planalto e não no miradouro da Cruz Alta, como erradamente é referenciado.

A Serra do Buçaco compreende os concelhos da Mealhada, Mortágua e Penacova. Na sua extensão encontra-se a Mata Nacional da Serra do Buçaco, na Mealhada, o conjunto de moinhos de vento da Portela de Oliveira, o Santuário de Nossa Senhora do Mont'Alto e parte da Livraria do Mondego, os três em Penacova.

É nesta serra que são captadas as águas do Luso e as águas das Caldas de Penacova, devido à abundância de água traduzida em pequenos lagos, cascatas e numerosas fontes.

Coberta por uma magnífica floresta com espécies indígenas e exóticas, esta serra é considerada como uma das mais belas da Europa.

No centro da Floresta encontra-se o prestigiado Hotel Palace do Buçaco, em estilo Manuelino e, contíguo a esta unidade hoteleira, o velho Mosteiro dos Carmelitas ou Convento de Santa Cruz do Buçaco, fundado em 1628, do qual restam a capela, o claustro e algumas celas.

Publicamos assim a informação sobre esta serra, o seu riquíssimo património natural, histórico e religioso, bem como, os percursos por nós lá realizados.

08/11/2016

Serra da Freita - PR10 Rota dos Aromas



Neste Domingo passado, dia 6 de Outubro de 2016, eu e o DJ fomos percorrer o PR10 de Arouca, conhecido como "Rota dos Aromas".

Partindo de Vila Cova seguimos em direcção a Espiunca, percorrendo um pouco por estrada de alcatrão e depois por caminhos florestais, onde, devido à ausência de sinalização, tivemos algumas dificuldades em seguir pelo trilho correcto. 

Na verdade isto foi algo com que nos deparámos em muitos pontos do percurso, nos quais a decisão sobre o caminho a tomar se baseou no nosso sentido de orientação com uma ajuda inestimável da aplicação de telemóvel do DJ. Esta permitiu uma comparação do trajecto que efectuávamos, com o mapa oficial, tornando as decisões mais facilitadas.

Chegados a Espiunca, seguimos no sentido oposto ao dos Passadiços do Paiva. O rio, exuberante nesta altura do ano, encontrava-se um pouco lamacento o que nos surpreendeu pois já foi conhecido como um dos mais limpos da Europa. Provavelmente será consequência dos incêndios que por lá lavraram este Verão.

Caminhámos um pouco pela margem direita do Paiva até que o caminho se afastou na direcção de Serabigões. Na povoação, as bonitas casas de pedra em muito bom estado sugerem que terá havido recuperação, ou mesmo, construção recente mantendo a traça rústica própria desta serra, utilizando essencialmente o xisto.

De regresso a Vila Cova o caminho decorre por eucaliptais recentes, não sendo, por isso, muito interessante. Apenas algumas linhas de água e a presença de castanheiros carregados de castanhas, onde aproveitámos para colher e saborear algumas, quebraram a monotonia do percurso entre eucaliptos.

Percurso não muito exigente fisicamente,  apesar dos seus 11 km’s, onde os tais aromas que dão o nome ao trilho não se sentiram muito, talvez porque tenham sido anulados pelos eucaliptos. De qualquer forma acabou por seu um trilho agradável de percorrer.

O repasto foi em Moldes onde fomos muito bem recebidos, como de costume e viemos a saber que foi mesmo ao lado do café que o fugitivo de Arouca, há algumas semanas, sequestrou um casal para lhe roubar o carro.

Francisco Soares


02/11/2016

Serra da Freita - PR15 - Viagem à Pré-História


Eu, o Zé Figueiredo e o DJ fomos, neste passado Sábado, 29 de Outubro de 2016, recordar o PR15 na Serra da Freita.

Iniciámos o percurso no Parque de Campismo do Merujal encurtando um pouco o circuito. Evitámos a ida ao Merujal fazendo o percurso na direcção de Cabaços deixando Albergaria da Serra para o fim.

Assim, a partir do Parque de Campismo seguimos na direcção da Mizarela onde ficámos a saber, pela quantidade de paralelos no estradão, que o trilho irá ser pavimentado. Seguimos depois na direcção de Cabaços admirando, à passagem pelo Rio Caima, as famosas “Marmitas de Gigante”, bem cheias de água. 

Na passagem em Castanheira, passámos junto ao edifício do Centro Interpertrativo das Pedras Parideiras, encontrámos um lavrador local que tinha caçado uma toupeira das muitas que abundam pelos terrenos e destroiem as culturas. 

Da Castanheira seguimos na direcção das Antas de Monte Calvo onde aproveitámos para uma curta paragem e recuperar alguma energia. A temperatura, apesar de estarmos já no final de Outubro, parecia a de um dia de Verão, tal o calor que se fez sentir.

Caminhámos depois até à Mamoa da Portela da Anta encontrando, pelo caminho, algumas manadas de vacas que se alimentavam das poucas ervas frescas e verdejantes que começam a brotar, após os desastrosos incêndios do Verão passado.

Continuámos até ao Vidoeiro, onde cortamos à esquerda perto das casas que serviram de abrigo aos trabalhadores que instalaram o parque eólico. Algumas placas que indicavam o percurso arderam nos incêndios. Felizmente já conhecemos bem este trilho e lá seguimos para o local das Pedras Boroas da Junqueira.

Chegámos pouco depois à parte que considero mais bonita deste percurso, a nascente e depois as margens do Rio Caima. As margens do rio, compostas por rochas e com diversos moinhos, continuam a ser deslumbrantes.


Chegados a Albergaria da Serra atravessámos a povoação e seguimos na direcção do Parque de Campismo, onde recuperámos o carro e nos dirigimos à tasquinha da Mizarela para repor algumas das calorias perdidas.

No total percorremos mais de 15 kms desta maravilhosa serra.

Francisco Soares

05/10/2016

Serra do Gerês - Trilho da Cidade da Calcedónia


Aproveitando umas curtas férias fui acompanhado de grande parte do núcleo duro do grupo até à Serra do Gerês. 

Na companhia do Pina Jorge, Francisco, Cardoso, DJ, Pedro Borges e de um novo elemento, o Luís, decidimos percorrer o Trilho da Cidade da Calcedónia.

Rodeado das belas paisagens desta serra, o Cabeço da Calcedónia é um amontoado de rochas que surge no topo da serra, perto de Covide. 

No Domingo, após a concentração junto ao Parque de Campismo de Cerdeira, onde eu e o Pina Jorge já nos encontrávamos desde o dia anterior, seguimos até Covide para iniciarmos o percurso. 

Saindo da estrada principal o percurso segue sem grande desnível até à entrada de Campos, onde desvia junto a um grande espigueiro. Inicia depois uma subida ainda suave, por um largo estradão, na direcção dos cabeços que se vislumbram lá no alto. 

A saída do estradão marca o início da longa e, por vezes, penosa subida, por trilho de pé posto, que nos levou até junto do primeiro cabeço que se avistava no alto. 

Apesar de custar um bocado respirar e falar ao mesmo tempo a boa disposição nunca abandonou o grupo que, entre larachas e velhas histórias, seguiu divertido ao longo de toda a subida. 

Já no planalto o trilho circunda os diversos cabeços até iniciarmos a subida para a Fenda da Calcedónia. Sendo a primeira vez que abordávamos a dita fenda, desconhecíamos a sua real localização, pelo que a dúvida se instalou. 

Outro grupo, com alguém supostamente conhecedor da fenda, entrou pela mesma tendo nós seguido os seus passos. A entrada era duvidosa, mas após passar pela mesma, verificámos que realmente correspondia às fotos que já tínhamos visto do seu interior. Fomos trepando rocha após rocha, com muita lentidão porque o grupo que nos precedia era grande e lento na progressão. 

O pior foi que o líder do grupo não conseguiu ultrapassar o último obstáculo e com isso acabámos por ficar "presos" durante bastante tempo na fenda sem conseguir progredir. 

Decidimos retirar quando já outro grupo se preparava para entrar na mesma. Ficámos um bocado frustrados, mas haverá certamente novas oportunidades para realizar este percurso. 

Iniciámos, de seguida, a longa e acentuada descida para Covide. Esta parte acabou por massacrar os velhos joelhos, tornozelos e pés, mas nada que fizesse desmoralizar os caminheiros ou retirasse a beleza e o interesse deste percurso.

No final acabámos a compensar o esforço com algumas iguarias minhotas. 

Após o almoço eu e o Pina Jorge, que ficámos mais uma noite no Gerês, fomos percorrer parte da Geira Romana, uma antiga Via Romana, que decorre junto à albufeira de Vilarinho das Furnas. 

Um esforço suplementar que ajudou a digerir o almoço e que valeu pela beleza da paisagem e pelo património histórico que esta via encerra. 

Em suma, um bom fim-de-semana com bom tempo, bom convívio, boa camaradagem e com excelentes trilhos para caminhar. 

13/09/2016

Serra da Lousã - Rota dos Serranos


Tendo decidido ir até à Lousã tive como companheiros(as) a Carla, a Sílvia,  o DJ e o Tiago. Começámos a caminhada junto à praia fluvial, logo abaixo do castelo da Lousã.

A zona, muito propícia a fogos, dada a densidade de arvoredo e o solo cheio de resíduos facilmente inflamáveis, felizmente passou incólume ao desastre que assolou outras serras e consumiu imensa floresta.

O trajecto, que já tinha sido percorrido no ano passado, é curto mas bastante agradável. Passa pela central hidroeléctrica da Ermida a que se segue a subida mais rigorosa do percurso até à aldeia de Talasnal.

Na aldeia fizemos a inevitável visita ao "Retalhinho", onde um cafézinho e um pastel de castanhas nos confortaram o estômago. O cheiro a chanfana já de fazia sentir, mas o que estava previsto era almoçarmos no restaurante junto à praia fluvial.

Assim partimos em direcção a Casal Novo. Deixámos no Talasnal um grande grupo de jovens, pertencentes a uma associação, que começavam a preparar uma churrascada para o almoço.

Em Casal Novo tirámos a foto de grupo, parámos um pouco para descansar, e depois iniciámos então a descida para o Castelo. Pelo caminho passámos junto à Capela da Ermida.

No final tivemos uma má surpresa. O restaurante estava fechado para férias. Uns quantos telefonemas para o "Retalhinho" e lá fomos nós até ao Talasnal para comer a dita chanfana que tínhamos cheirado.

Depois da chanfana aproveitámos para conhecer melhor a aldeia, agora muito diferente da primeira vez que a visitei. Na altura só havia um bar “O Curral”, que nem sempre estava aberto, mas abria à pressa quando nos ouvia a percorrer as ruas.

Havemos de lá voltar para fazer outro percurso, mas só quando tivermos a certeza que “O Burgo” se encontra aberto.

Francisco Soares


04/09/2016

Serras de Portugal - A Serra do Caramulo (em novo formato)...


A Serra do Caramulo situa-se na região de transição da Beira Alta para a Beira Litoral, entre os concelhos de Vouzela, Tondela, Oliveira de Frades, Mortágua (no distrito de Viseu) e Anadia e Águeda (no distrito de Aveiro), em Portugal.

Na subida ao Caramulinho, o ponto mais alto da Serra com 1076,57 metros, consegue-se avistar o mar e a Serra da Estrela em dias sem nebulosidade.

Bastante reconhecida pela qualidade das suas águas que brotam nas povoações de Varzielas e Agadão, e pela sua pureza do seu ar, justificada no passado pela instalação de vários sanatórios na povoação de Caramulo, os quais têm vindo a dar lugar a modernas e acolhedoras instalações hoteleiras.

A serra é povoada por aldeias com casas e espigueiros em granito típicos desta região.

 Tendo sido esta zona povoada por romanos, ainda se podem encontrar alguns vestígios dessa época, como os trilhos de pedra.

Serra com enorme potencial turístico, não só pela natureza, mas também pelas aldeias típicas, o Museu do Caramulo, (automóveis e arte), os passeios pedestres temáticos e bem sinalizados e as olarias, entre outros motivos de interesse.

Chegou agora o momento da publicação das páginas, em novo formato, desta serra muito especial, bem como, as Fichas Técnicas das actividades por lá realizadas.


29/08/2016

Trilho dos Moinhos - Sever do Vouga


Tendo lido uma notícia da Câmara de Sever do Vouga, publicada no Diário de Aveiro, sobre o sucesso em número de visitantes no percurso pedestre "Trilho dos Moinhos", decidimos percorrer o dito percurso.

O mesmo começa e acaba junto da Igreja de Paradela, local para onde nos dirigimos.

Os cerca de 9 Km’s que compõe o percurso, com excepção da zona dos moinhos da Ribeira de Carrazeda, pouco tem de interessante.

A fazer fé na dita notícia esperar-se-ia umas paisagens de estarrecer, o que, sinceramente, não nos pareceu.

Também não encontrámos nenhum moinho ainda activo, como consta da descrição oficial do percurso. No entanto, é possível que para se verem ser necessário sair do trilho para mais perto do curso de água. Talvez não o tenhamos feito no lugar certo.

Pelo menos serviu para conviver, fazer um pouco de desporto e para desanuviar um pouco do stress da semana.

24/08/2016

Serra da Estrela - Trilho das Grandes Lagoas


Partimos ainda no Sábado para a Serra da Estrela, tendo pernoitado na Pousada da Juventude, nas Penhas da Saúde. A intenção era poder começar a caminhada bem cedo por um percurso que nos parecia muito aliciante dado percorrer algumas da maiores lagoas da serra. 

O grupo foi formado por sete elementos, a Sara, a Sãozita, o Pina Jorge, o Amaral, o Tiago, o Zé Figueiredo e o Francisco.

Iniciámos a caminhada junto à Lagoa Comprida. O céu limpo e o tempo fresco tornaram a  caminhada muito agradável e a paisagem com vista para a lagoa tornaram o início do passeio espectacular.

Seguimos depois na direcção da barragem do Covão dos Conchos onde aproveitámos para usufruir da paisagem envolvente. Também apreciámos, o agora famoso buraco negro, um poço existente no meio da albufeira que recolhe a água, a partir de determinado nível, encaminhando-a para a Lagoa Comprida. A água corre através de um túnel com mais de 1500 metros de comprimento, construído em 1955.

Retomámos o caminho seguindo para o Vale do Rossim, passando pelo Vale do Conde onde atravessámos a linha de água, seguindo por um trilho bem assinalado. Pelo caminho pudemos observar a Fraga das Penhas Douradas e apreciar a vista deslumbrante para Oeste, podendo ver a Serra do Caramulo.
Nesta fase do dia o calor fazia-se sentir.

A descida até à barragem do Vale do Rossim fez-nos recordar a actividade Guarda – Loriga em autonomia que realizámos em 2014. 

No Vale do Rossim uma pequena paragem para ver as praias fluviais, plenas de pessoas a usufruir das águas frescas da lagoa.

Partimos por um trilho de pedra solta, na direcção do Lagoacho. Este trilho massacrou-nos os pés.

Contornámos a albufeira em busca de um trilho que deveria subir por uma linha de água. Não o tendo encontrado houve que tomar decisões. Apontámos na direcção da Lagoa Seca, subindo a encosta.  

A subida revelou-se bastante difícil em virtude de muitas vezes termos de abrir caminho pela vegetação e outras progredir, quase em escalada, pelas rochas que íamos trepando para evitar o mato.

Depois de uma subida bastante dura pois, para além do esforço e do calor que se fazia sentir, a água começou também a ser escassa.

Finalmente lá chegámos ao cume, onde já se pode avistar a Lagoa Comprida.

Seguimos para a Lagoa Comprida pelo caminho que liga esta lagoa à lagoa do Covão do Forno. Pelo caminho desaconselhámos três casais de jovens estrangeiros que, sem equipamento de montanha nem água suficiente, pretendiam fazer o trilho às 18 horas da tarde.

Já na Lagoa Comprida acabámos por comer umas tapas e beber muitas cervejas, enquanto ouvíamos os doutos conselhos do proprietário do bar sobre trilhos na Serra da Estrela. Não nos convenceu muito!

Actividade complicada e mal descrita, no sítio de onde recolhemos a informação, mas que acabou por ser um excelente teste à capacidade física e ao espírito de grupo de todos os elementos que fazem parte deste grupo. Sinto-me orgulhoso!


Francisco Soares